Fase oral(zona de erotização é a boca),Fase anal (a zona de erotização é o anus),Fase fálica (a zona de erotização é o órgão sexual);em seguida vem o período de latência , que se prolonga até a puberdade e se caracteriza por uma diminuição das atividades sexuais ,isto é,há um "intervalo" na evolução da sexualidade.E,finalmente,na puberdade é atingida a ultima fase ,isto é,a Fase genital ,quando o objeto de erotização ou de desejo não esta mais no próprio corpo,mas em um objeto externo ao individuo - o outro.Alguns autores denominam este período exclusivamente como genital , incluindo o período fálico nas organizações pré-genitais ,enquanto outros autores denominam o período fálico de organização genital infantil.
Retirado do livro de Psicologia
Vilma Aparecida da Silva
RA 6442298835
sábado, 27 de abril de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
A sexualidade infantil
Hoje, as crianças, em sua maioria, já sabem que o bebê "sai da barriga da mãe". Mas essa é a resposta mais simples. Outras perguntas complementares ainda suscitam dúvida e ansiedade no momento de serem respondidas, principalmente quando questionam "como o bebê entrou na barriga da mãe".Além disso, comportamentos infantis que demonstram a sexualidade da criança são muitas vezes difíceis de serem trabalhados, tanto em casa como na escola. Brincadeiras de descoberta sexual, masturbação e atitudes que aparentam homossexualidade são alguns fatos comuns observados no cotidiano infantil e seguidamente são pouco compreendidos ou malconduzidos pelos adultos que lidam com as crianças. Portanto, é necessário um maior entendimento teórico sobre sexualidade infantil para que haja menos inadequações no manejo desses comportamentos.
A sexualidade da criança começa no imaginário dos pais, antes mesmo do nascimento. Todos os pais têm expectativas em relação a seus filhos, conscientes ou inconscientes, e uma delas diz respeito à sexualidade da criança. Ao nascer, a criança pode corresponder ou não à expectativa e se desenvolverá conforme for a aceitação do sexo da criança pelos pais.
Edna Maria Gomes Demetrio
RA; 6277263449
terça-feira, 9 de abril de 2013
Resumo: Capitulo 5: Sexualidade em sala de aula:discurso,desejo e teoria queer*
A teoria de queer apresenta um questionamento de qualquer sentido,verdade em relação a sexualidade que tenta explicar as fronteiras,diversidade,pluralismo cultural.
A sexualidade é um tema á muito se discutir,mas pouco trabalhado na educação pois existe um tabu entre professor/aluno.
Em primeiro lugar a falta de qualificação dos professores é muito grande na abordagem deste tema, a falta de conhecimento e preparação de planejamento e projetos na abordagem da sexualidade.
O adolescente desde muito cedo tem se envolvido com os atos explícitos se entregando aos prazeres. Muitos não tem um base familiar,não tem um dialogo aberto com a família, e a escola onde seria um fonte de transmitir o conhecimento e abordagem deste tema ainda “o tabu” existe, não contribuindo para o conhecimento deste cidadão.
Esta nova geração de criança e adolescente vive na era da tecnologia onde eles suprem as sua curiosidades nas redes de internet, buscando as respostas que os pais, professores em algumas situações se negam a responder.
Mas qual adolescente ou ser humano nunca reparou no corpo de alguém, observando as suas formas curvas ou ate mesmo órgão genital. O professor mesmos convivem com esta transformações que ocorre diariamente dentro de uma sala de aula.
Dentro da escola, os problemas são muitos, a responsabilidade de respeitar e compreender outro é maior ainda, pois vivemos em uma sociedade brasileira hoje, com o reconhecimento e direitos de gays, lésbicas, bissexuais, transexuais (GLBTs). Todos eles também convivem no âmbito escolar.Cabe a cada cidadão o respeito e a igualdade a todos.
Este tema sexualidade tem aparecido com freqüência na mídia sensibilizando o respeito e a igualdade entre os seres humanos desta forma mostrando a todos que a convivência entre ambos é igual não distinguindo raça, cor, religião, sexo que o convívio da diversidade do respeito e da tolerância. Faz parte da vida de um bom cidadão.
Muito se vem discutindo sobre a diversidade sexual em nossa sociedade nos dia de hoje; os direitos humanos, exposição do desejo e opção sexual tem que se respeitar, pois esta coberta e assegurado na lei. Que qualquer tipo de preconceito á opção sexual é crime.
Cabe a direção escolar,dar uma formação de qualidade aos docentes desta forma lhes capacitando,preparando para um trabalha pedagógico. Pois a sexualidade tem que ser trabalhando desde a educação infantil,pois é neste primeiro momento que a criança esta na descoberta do seu corpo se tocando e sentindo sensações.E desta forma cabe o professor trabalhar com esta criança a sexualidade e funcionamento do seu corpo não o reprimido causando lhe frustrações físicas,morais e psicológicas.
Sendo desta forma e compreensão a escola tem uma função social de caracterizar um espaço democrático dando oportunidade a uma discussão de questões, sociais possibilitando e desenvolvendo critico, reflexível e quem sabe democrático.
Vilma Aparecida da Silva
R.A 6442298835
R.A 6442298835
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Sexualidade em sala de aula: discurso, desejo e teoria queer
Ainda que o tema das sexualidades seja cada vez mais debatido fora da escola, tal questão ainda é, em geral, um tabu em sala de aula, pelo menos nos discursos legitimados pelos professores,. Estes frequentemente colocam a sexualidade no reino da vida privada, anulando suas percepções e consequências sociopolíticas e culturais ao compreende-la como uma problemática individual. Em tais discursos, os corpos na escola não tem desejo, não se vinculam a prazeres eróticos e, na verdade, não existem como forcas constitutivas de quem somos nas praticas sociais. Em um artigo ousado e pioneiro sobre erotismo e a pratica pedagógica, Bell Hooks (1994) nos alerta para como fomos treinados a ignorar o corpo e seus prazeres na educação.
Uma visão queer das sexualidades
Uma das teorizações que parecem mais iluminadoras pelo seu caráter problematizador e questionador de qualquer sentido de verdade e normatividade em relação a sexualidade, e que tentam explicar os atravessamentos de fronteiras discursivo-culturais da sexualidade, tem sido chamadas de teorias queer. Essas teorias foram muito inflenciadas pela pesquisa de Butler(1990) e Sedgwick (1994). E os trabalhos de Jagose (1996), Louro (2003) e Sullivan (2003) oferecem boas introduções a essas perspectivas. Embora queer seja uma língua inglesa, o seu uso tem sido preferido em português devido a ausência de um equivalente nessa língua que capte seu sentido. Alem de ser uma palavra que significa estranho, inesperado e não natural, queer também e uma forma antiga de se referir a homossexuais de forma ofensiva. Assim, o termo foi re-apropriado nessa teorizações de modo a re-significa-lo, virando o insulto de ponta cabeça por assim dizer, ao mesmo tempo em que recupera o significado contestatório que o termo carrega.
Potenciais da teorização queer para a educação
Ao problematizar visões normalizadoras da sexualidade, a teorização queer pode iluminar nosso trabalho em educação ao oferecer uma alternativa de compreensão dos desafios desestabilizadores das praticas sociais que vivemos, dos discursos sobre sexualidade que os alunos fazem circular em sala de aula, dos discursos dos professores que não legitimam tópicos sobre sexualidade ou operam como controladores de atravessamentos de fronteiras e das políticas de identidade. Ao constituir uma possibilidade de compreender as sexualidades que estar alem das políticas da diferença, que preconizam a tolerância, e deixam implícita a norma, ajuda a diminuir a ignorância, existente entre aluno e professores tanto sobre homossexualidade como sobre a heterossexualidade, de que fala Britzman (1995) na epigrafe que emoldura este capitulo.
Edna Almeida Silva
RA: 6820474340
Ainda que o tema das sexualidades seja cada vez mais debatido fora da escola, tal questão ainda é, em geral, um tabu em sala de aula, pelo menos nos discursos legitimados pelos professores,. Estes frequentemente colocam a sexualidade no reino da vida privada, anulando suas percepções e consequências sociopolíticas e culturais ao compreende-la como uma problemática individual. Em tais discursos, os corpos na escola não tem desejo, não se vinculam a prazeres eróticos e, na verdade, não existem como forcas constitutivas de quem somos nas praticas sociais. Em um artigo ousado e pioneiro sobre erotismo e a pratica pedagógica, Bell Hooks (1994) nos alerta para como fomos treinados a ignorar o corpo e seus prazeres na educação.
Uma visão queer das sexualidades
Uma das teorizações que parecem mais iluminadoras pelo seu caráter problematizador e questionador de qualquer sentido de verdade e normatividade em relação a sexualidade, e que tentam explicar os atravessamentos de fronteiras discursivo-culturais da sexualidade, tem sido chamadas de teorias queer. Essas teorias foram muito inflenciadas pela pesquisa de Butler(1990) e Sedgwick (1994). E os trabalhos de Jagose (1996), Louro (2003) e Sullivan (2003) oferecem boas introduções a essas perspectivas. Embora queer seja uma língua inglesa, o seu uso tem sido preferido em português devido a ausência de um equivalente nessa língua que capte seu sentido. Alem de ser uma palavra que significa estranho, inesperado e não natural, queer também e uma forma antiga de se referir a homossexuais de forma ofensiva. Assim, o termo foi re-apropriado nessa teorizações de modo a re-significa-lo, virando o insulto de ponta cabeça por assim dizer, ao mesmo tempo em que recupera o significado contestatório que o termo carrega.
Potenciais da teorização queer para a educação
Ao problematizar visões normalizadoras da sexualidade, a teorização queer pode iluminar nosso trabalho em educação ao oferecer uma alternativa de compreensão dos desafios desestabilizadores das praticas sociais que vivemos, dos discursos sobre sexualidade que os alunos fazem circular em sala de aula, dos discursos dos professores que não legitimam tópicos sobre sexualidade ou operam como controladores de atravessamentos de fronteiras e das políticas de identidade. Ao constituir uma possibilidade de compreender as sexualidades que estar alem das políticas da diferença, que preconizam a tolerância, e deixam implícita a norma, ajuda a diminuir a ignorância, existente entre aluno e professores tanto sobre homossexualidade como sobre a heterossexualidade, de que fala Britzman (1995) na epigrafe que emoldura este capitulo.
Edna Almeida Silva
RA: 6820474340
Sexualidade na sala de Aula
Falar da sexualidade nem sempre é fácil, geralmente acabamos falando sobre
atos sexuais, funções do corpo humano, métodos anticoncepcionais, prevenção de
doenças... Falar da sexualidade não como uma questão pessoal e privada, mas
como uma produção histórica, uma questão social e política, na qual se exercem
relações de poder, é a perspectiva deste estudo.
A fim de problematizar o entendimento da sexualidade como uma essência
manifestada pelos processos biológicos do corpo e refletir sobre a sexualidade como
uma construção histórica e cultural constituída nas experiências de vida das
pessoas, entre elas as vivenciadas nos espaços escolares, no ano de 2000 foi
realizado o projeto “Discutindo e refletindo sexualidade-AIDS com professores/as
das séries iniciais do Ensino Fundamental” (Ribeiro, 2002).
A implementação deste projeto possibilitou a emergência, em 2001, do Grupo
de Pesquisa Sexualidade e Escola que vem investigando práticas relacionadas à
sexualidade no espaço escolar na tentativa de compreender como as mesmas
atuam na constituição das identidades de gênero e sexuais, das configurações
familiares, do prazer, do desejo, das DST/AIDS... O Grupo é composto por
pesquisadoras e bolsistas de iniciação científica da Fundação Universidade Federal
do Rio Grande e professoras das séries iniciais do Ensino Fundamental da rede
escolar (pública e particular) do município do Rio Grande.
O Grupo de Pesquisa vêm discutindo algumas questões em relação à
sexualidade nas séries iniciais como: em qual série ou em que idade se deve “falar”
sobre as questões vinculadas à sexualidade e se essas fazem parte dos conteúdos
escolares. Debatemos sobre quem “pode” ou quem está “preparado” para falar
sobre essas questões. Também discutimos em torno da inclusão ou não da
educação sexual tanto no Ensino Fundamental como na Educação Infantil, pois esse
tema tem produzido polêmicas, na medida em que, enquanto alguns consideram
essas discussões estimuladoras para o exercício precoce da sexualidade das
crianças, outros, ao contrário, percebem-na muito importante, pois problematiza as
representações de masculino e feminino, o cuidado de si, as identidades sexuais,
dentre outras proposições
Pamela Camargo Santos R.A; 6451311708 Curso Pedagogia
Surgimento do Indios No Brasil
Ao contrário do que sempre pensamos e do que os livros didáticos contavam, osportugueses não foram os primeiros povoadores do Brasil, pois havia habitantes nativos aqui antes da chegada dos europeus. Esses habitantes nativos e suas comunidades foram chamados pelos europeus de indígenas, fazendo referência às Índias, local ao qual os portugueses acreditavam ter chegado.
Os índios, habitantes das comunidades indígenas, até o ano de 1500, momento dos primeiros contatos com os europeus, possuíam mil e quatrocentos povos, aproximando-se de um quantitativo de 3 a 5 milhões de indígenas.
Os índios, habitantes das comunidades indígenas, até o ano de 1500, momento dos primeiros contatos com os europeus, possuíam mil e quatrocentos povos, aproximando-se de um quantitativo de 3 a 5 milhões de indígenas.
As comunidades indígenas possuíam e ainda possuem características diferentes, começando pela língua: existiam e ainda existem vários troncos linguísticos, como o Tupi ou Macro-Tupi, Macro-Jê e Aruak.
Essas comunidades também apresentavam e ainda apresentam diferentes práticas culturais, diferentes crenças e diversos ritos religiosos. Segue um breve levantamento de alguns povos indígenas que habitam ou já habitaram o território brasileiro: Araweté, Avá-Canoeiro, Bororo, Cinta larga, Guarani, Javaé, Kaingang, Karajá, Kayapó, Krahó, Munduruku, Pataxó, Tapirapé, Terena, Ticuna, Tupinambá, Xakriabá, Xavante, Xerente, Xingu, Yanomami, entre outros.
Os povos indígenas eram divididos em nômades e seminômades: eles se deslocavam constantemente de uma região para outra até o esgotamento dos recursos vegetais e animais disponíveis, ou seja, deslocavam-se à procura da pesca, da caça e do pequeno plantio para a sobrevivência.
Grande parte dos povos indígenas morava em aldeias, pequenas comunidades. Muitos pesquisadores das culturas indígenas defendiam a ideia de que esses povos possuíam uma organização política, mas não tão complexa como a dos não índios. Geralmente as lideranças de uma aldeia derivariam dos valores culturais e sociais que os guerreiros e chefes espirituais ostentariam dentro de suas comunidades.
Durante o contexto histórico brasileiro (desde 1500 até a atualidade), os povos indígenas sofreram um processo de conquista, dizimação física (genocídio) e violência cultural (etnocídio) iniciado pelos portugueses e perpetuado, posteriormente, pela população brasileira.
Atualmente, segundo pesquisas do órgão do governo, IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 734.131 pessoas se declaram como indígenas, mas, segundo a FUNAI (Fundação Nacional do Índio), se considerarmos como índios somente as pessoas que habitam as reservas indígenas, o número do IBGE reduziria para 358 mil indígenas, com a sua grande maioria concentrada nas regiões do Nordeste, Amazonas e Centro-Oeste.
Muitos dos hábitos, costumes, alimentação e crenças da sociedade brasileira são herança direta dos povos indígenas, como, por exemplo: o hábito de andar descalço, o costume de dormir em rede, o hábito da pesca e caça, alimentação à base de mandioca, farinha, polvilho, beiju, além das crenças na eficácia das plantas como alternativa para cura de doenças.
Essas comunidades também apresentavam e ainda apresentam diferentes práticas culturais, diferentes crenças e diversos ritos religiosos. Segue um breve levantamento de alguns povos indígenas que habitam ou já habitaram o território brasileiro: Araweté, Avá-Canoeiro, Bororo, Cinta larga, Guarani, Javaé, Kaingang, Karajá, Kayapó, Krahó, Munduruku, Pataxó, Tapirapé, Terena, Ticuna, Tupinambá, Xakriabá, Xavante, Xerente, Xingu, Yanomami, entre outros.
Os povos indígenas eram divididos em nômades e seminômades: eles se deslocavam constantemente de uma região para outra até o esgotamento dos recursos vegetais e animais disponíveis, ou seja, deslocavam-se à procura da pesca, da caça e do pequeno plantio para a sobrevivência.
Grande parte dos povos indígenas morava em aldeias, pequenas comunidades. Muitos pesquisadores das culturas indígenas defendiam a ideia de que esses povos possuíam uma organização política, mas não tão complexa como a dos não índios. Geralmente as lideranças de uma aldeia derivariam dos valores culturais e sociais que os guerreiros e chefes espirituais ostentariam dentro de suas comunidades.
Durante o contexto histórico brasileiro (desde 1500 até a atualidade), os povos indígenas sofreram um processo de conquista, dizimação física (genocídio) e violência cultural (etnocídio) iniciado pelos portugueses e perpetuado, posteriormente, pela população brasileira.
Atualmente, segundo pesquisas do órgão do governo, IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 734.131 pessoas se declaram como indígenas, mas, segundo a FUNAI (Fundação Nacional do Índio), se considerarmos como índios somente as pessoas que habitam as reservas indígenas, o número do IBGE reduziria para 358 mil indígenas, com a sua grande maioria concentrada nas regiões do Nordeste, Amazonas e Centro-Oeste.
Muitos dos hábitos, costumes, alimentação e crenças da sociedade brasileira são herança direta dos povos indígenas, como, por exemplo: o hábito de andar descalço, o costume de dormir em rede, o hábito da pesca e caça, alimentação à base de mandioca, farinha, polvilho, beiju, além das crenças na eficácia das plantas como alternativa para cura de doenças.
Historia dos Negros no Brasil
A participação dos negros no Brasil Colonial aconteceu a partir do momento em que a experiência colonial portuguesa estabeleceu a necessidade de um grande número de trabalhadores para ocuparem, em princípio, as grandes fazendas produtoras de cana-de-açúcar. Tendo já realizada a exploração e dominação do litoral africano, os portugueses buscaram nos negros a mão de obra escrava para ocupar tais postos de trabalho.
Foi daí que se estabeleceu o tráfico negreiro, uma prática que atravessou séculos e forçou diversos negros a saírem de seus locais de origem para terem seus corpos escravizados. Além da demanda econômica, a escravidão africana foi justificada pelo discurso religioso cristão da época, que definiu a experiência escravocrata como um tipo de “castigo” que iria aproximar os negros do cristianismo.
Em terras brasileiras, a força de trabalho dos negros foi sistematicamente empregada pela lógica do abuso e da violência. As longas jornadas de trabalho estabeleciam uma condição de vida extrema, capaz de encurtar radicalmente os anos vividos pelos escravos. Ao mesmo tempo, a força das armas e da violência transformavam os castigos físicos em um elemento eficaz na dominação.
Durante a exploração colonial, a mão de obra negra foi amplamente utilizada em outras atividades como na mineração e nas demais atividades agrícolas que ganharam espaço na economia entre os séculos XVI e XIX. Mesmo destacando tais abusos, também devemos sinalizar a contrapartida desse contexto exploratório, com a presença de várias formas de resistência à escravidão.
As rebeliões eram realizadas a partir das articulações dos escravos e, em diversos relatos, aparecem como uma preocupação constante dos senhores de escravo. Paralelamente, as fugas e a formação de quilombos também se tornaram práticas que rompiam ativamente com o universo de práticas que definia o sistema colonial. De tal forma, vemos a presença de uma resposta a essa prática que cristalizou o abuso e a discriminação dos negros em nossa sociedade.
Do século XV ao século XIX, a escravidão foi responsável, em todo o continente americano, pelo trânsito de mais de 10 milhões de pessoas e pela morte de vários indivíduos que não sobreviveram aos maus tratos vivenciados já na travessia marítima. Ainda hoje, a escravidão deixa marcas profundas em nossa sociedade. Entre estas, destacamos o racismo como a mais evidente.
Preconceito Racial no EUA
O preconceito racial sobre negros nos Estados Unidos era ainda mais agressivo do que no Brasil pois no Brasil este pre-conceito é vedado nos Estados Unidos é exposto negros não eram nem candidatados a eleições e muitos alunos ficavam fora da escola por serem negros . Já atualmente com a candidatura do Barack Obama a eleição demonstrou que os Estados Unidos estão deixando o preconceito de lado e se propondo a paulatinamente realizar o sonho de Martin Luther King (todos sejam julgados por caráter não cor de pele). Mais do que a realização do sonho de Martin, significa que a igualdade formal de direitos conquistada pelo movimento dos Direitos Civis de 1964 tem se convertido em igualdade substancial de oportunidades .Espera-se que a eleição de um negro para a Casa Branca sinalize o início de uma nova era num país marcado por leis e decisões judiciais legitimadoras da segregação racial. O conflito racial nos Estados Unidos é parte inseparável da história americana. Barack Obama talvez possa amenizar os sintomas do preconceito racial, embora se reconheça que o racismo ainda persista na sociedade daquele país. Mas a eleição de um negro para a presidência dos Estados Unidos é uma demonstração inequívoca da igualdade racial entre negros e brancos no convívio social.
Preconceito Racial do Brasil
Nos dias atuais ainda existe pre-conceito racial no Brasil, com os negros este pre-conceito é mais exposto são vistos como pobres e incapazes por alguns cidadãos , existe ate cota de negros para entrar em faculdades, são eles também os que mais sofrem homicídio e geralmente sofrem por conta da própria policia , eles estão em menor quantidade em escolas, são em maior quantidade na periferia, sofrem com piadas criadas ate mesmo pelas crianças por verem este ato no adultos, onde ha casos de extrema pobreza há maioria de negros .Este pre-conceito brasileiro sobre negros vem por motivos históricos no qual os negros eram trazidos ao Brasil para serem escravizados e embora o tempo tenha passado e hoje todos sejamos iguais existem ate leis que levam a prisão para que não haja pre-conceito mais ainda existe mesmo que de forma discreta.
Multiculturalisno
Multiculturalismos é um termo que descreve a existência de muitas culturas numa localidade, cidade ou país, com no minimo uma predominante. O Canadá e a Austrália são exemplos de multiculturalismo; porém, alguns países europeus usam discretamente a adoção de uma política multiculturalista. Em contraponto ao Multiculturalismo, podemos constatar a existência de outras políticas culturais seguidas, como, por exemplo, o Monoculturalismo vigente na maioria dos países do mundo e ligada intimamente ao nacionalismo. Pretende a assimilação dos imigrantes e da sua cultura nos países de acolhimento. O Melting Pot, como é o caso dos Estados Unidos, e do Brasil, onde as diversas culturas estão misturadas e amalgamadas sem a intervenção do Estado.
A política multiculturalista visa resistir à homogeneidade cultural, principalmente quando esta homogeneidade é considerada única e legítima, submetendo outras culturas a particularismos e dependência. Sociedades pluriculturais coexistiram em todas as épocas, e hoje, estima-se que apenas 10 a 15% dos países sejam etnicamente homogêneos.
A diversidade cultural e étnica muitas vezes é vista como uma ameaça para a identidade da nação. Em alguns lugares o multiculturalismo provoca desprezo e indiferença, como ocorre no Canadá entre habitantes de língua francesa e os de língua inglesa.
A política multiculturalista visa resistir à homogeneidade cultural, principalmente quando esta homogeneidade é considerada única e legítima, submetendo outras culturas a particularismos e dependência. Sociedades pluriculturais coexistiram em todas as épocas, e hoje, estima-se que apenas 10 a 15% dos países sejam etnicamente homogêneos.
A diversidade cultural e étnica muitas vezes é vista como uma ameaça para a identidade da nação. Em alguns lugares o multiculturalismo provoca desprezo e indiferença, como ocorre no Canadá entre habitantes de língua francesa e os de língua inglesa.
Resenha do livro A Felicidade Não Tem Cor
O livro conta a história de uma menina negra e graciosa, que a sua mãe sempre fazia trancinhas, amarrado-as com fitas coloridas.
Na história ela não era discriminada como muitas pessoas negras na vida real.
A menina tinha um coelho amigo que era completamente admirado por ela, e perguntava sempre como ela fazia para ser preta. E a menina inventava varias coisas para dize-lo : dizia que caiu na tinta preta, que tomou muito café, comeu muita jabuticaba...sempre inventava algo novo para responder ao coelho ate que um dia a mãe da menina uma mulata linda e risonha se ouviu o assunto e explicou : que era pela arte de ter uma avó negra .A menina entendeu e aconselhou o coelhinho a ter filhos com uma coelha preta que ele amasse, pois assim teria filhos de raças diferentes, tantos brancos como pretos..
Mas só teve uma coelhinha pretinha, pois os outros eram malhados, preto listrado com branco, branco listrado com preto. Cada vez que a coelhinha saia de laço colorido no pescoço, todo mundo perguntava: coelha bonita do laço de fita qual é o teu segredo para ser tão pretinha? E ela respondia: São os conselhos da mãe da minha madrinha.
Na história ela não era discriminada como muitas pessoas negras na vida real.
A menina tinha um coelho amigo que era completamente admirado por ela, e perguntava sempre como ela fazia para ser preta. E a menina inventava varias coisas para dize-lo : dizia que caiu na tinta preta, que tomou muito café, comeu muita jabuticaba...sempre inventava algo novo para responder ao coelho ate que um dia a mãe da menina uma mulata linda e risonha se ouviu o assunto e explicou : que era pela arte de ter uma avó negra .A menina entendeu e aconselhou o coelhinho a ter filhos com uma coelha preta que ele amasse, pois assim teria filhos de raças diferentes, tantos brancos como pretos..
Mas só teve uma coelhinha pretinha, pois os outros eram malhados, preto listrado com branco, branco listrado com preto. Cada vez que a coelhinha saia de laço colorido no pescoço, todo mundo perguntava: coelha bonita do laço de fita qual é o teu segredo para ser tão pretinha? E ela respondia: São os conselhos da mãe da minha madrinha.
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